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Frustração – Essa grande professora

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  - artigo publicado na revista Saúde Actual - Setembro/Outubro 2026 Há sentimentos de que gostaríamos de nos livrar. A tristeza, a ansiedade, a raiva, o medo, a desilusão, a frustração... Passamos muitas vezes boa parte da nossa vida a tentar evitá-los, controlá-los ou eliminá-los. Como se o desenvolvimento pessoal consistisse, de alguma forma, em aprendermos a viver sem aquilo que nos incomoda. Talvez seja precisamente o contrário. Talvez uma parte importante do nosso desenvolvimento pessoal consista em aprendermos a lidar melhor com aquilo que inevitavelmente faz parte da experiência humana . E a frustração é um desses sentimentos. É transversal. É recorrente. E, de uma forma ou de outra, acompanha-nos ao longo de toda a vida. A frustração aparece quando aquilo que desejamos não acontece. Quando alguém não corresponde às nossas expectativas. Quando fazemos tudo aquilo que julgávamos necessário e, ainda assim, o resultado não é o que esperávamos. Quando...

DEMÊNCIA DIGITAL - Sabe o que é?

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"Demência digital" refere-se aos efeitos negativos no cérebro e na cognição que são atribuídos ao uso excessivo ou inadequado de tecnologias digitais, como smartphones, tablets, computadores e internet. Este conceito que tem origem no trabalho do psiquiatra Manfred Spitzer sugere que a dependência dessas tecnologias pode levar a uma série de problemas cognitivos, como diminuição da capacidade de concentração, redução da memória, dificuldades em processar informações complexas e, em alguns casos, declínio nas habilidades sociais. Aqui estão alguns aspectos e preocupações frequentemente associados à demência digital: Diminuição da Capacidade de Concentração: O uso constante de dispositivos digitais pode fragmentar a atenção e dificultar a capacidade de se concentrar numa única tarefa por um período prolongado. Memória: A facilidade de acessar informações online pode reduzir a necessidade de memorizar dados e factos, levando a um possível enfraquecimento da memória de longo pra...

“Quer você acredite que consegue fazer uma coisa ou não, você está certo.” — Henry Ford

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  “Quer você acredite que consegue fazer uma coisa ou não, você está certo.” — Henry Ford Aquilo em que escolhes acreditar sobre as tuas capacidades acaba por se tornar, muitas vezes, uma escolha que condiciona aquilo que tentas, aquilo que arriscas e aquilo que consegues. Se acreditas que não és capaz, provavelmente nem tentarás. Se acreditas que és capaz, pelo menos dar-te-ás a oportunidade de descobrir. E talvez seja essa a parte mais importante: perceber que muitas das crenças que tens sobre ti não são verdades absolutas. São ideias que foste construindo. E aquilo que foi construído também pode ser reconstruído. Por isso, se acreditas que não consegues, experimenta questionar essa certeza. Talvez não precises de acreditar que vais conseguir. Talvez baste começares por acreditar que podes tentar. E, a partir daí, começa a acontecer qualquer coisa. Porque quanto mais cedo te libertares daquilo que decidiste que não podes ser, fazer ou conseguir, mais cedo começas, verdadeiramente...

O Retiro

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  O VERDADEIRO "retiro" faz-se aqui. No aqui e agora. No nosso quotidiano. . . . www.MarioRuiSantos.net

Expectativas

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Não te zangues por criares expectativas. Se tens um cérebro humano é natural que as cries. Mas ensina-te a fazer o luto daquelas que não se cumprem ou se confirmam. É importante, para esta nossa experiência humana, aprender a fazê-lo. . : . www.MarioRuiSantos.net
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  "O segredo do amor é maior do que o segredo da morte." ~ Oscar Wilde

Solidão

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"Vou dizer-te o que os eremitas perceberam: Se fores para uma floresta muito, muito distante e ficares em completo silêncio, vais compreender que estás ligado a tudo." - Allan Watts A solidão incomoda muitos de nós. Sentirmo-nos sozinhos, abandonados, rejeitados, excluídos, à parte, desamparados… pode fazer-nos sofrer profundamente. A solidão toca pontos da nossa história. Toca antigas feridas. Pode acordar memórias, medos e necessidades que talvez tenhamos passado uma vida inteira a tentar calar. E, por isso, fazemos tudo para não a sentir. Procuramos pessoas. Ruído. Actividade. Conversas. Relações. Distracções. Qualquer coisa que nos impeça de ficarmos a sós com aquilo que sentimos. Mas talvez exista algo de muito poderoso do outro lado dessa dor. Talvez a solidão seja uma espécie de cortina que precisamos de atravessar. Porque, quando conseguimos ficar connosco próprios, quando deixamos de fugir, de resistir e de lutar contra a sensação de estarmos sós, podemos descobrir a...