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Amor Próprio e Boa Autoestima: O Que Acontece na Nossa Vida quando os temos

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Quando cultivamos amor próprio e uma boa autoestima, a nossa vida transforma-se de forma profunda e positiva em várias dimensões. Aqui está uma lista clara dos principais benefícios: Lidamos melhor com emoções difíceis (ansiedade/medo, tristeza ou raiva). Porque reconhecemos o seu valor e a sua utilidade, conseguimos aceitá-las e transformá-las. Tratamos melhor e alimentamos melhor o nosso corpo , activamo-nos mais fisicamente e protegemos ou evitamos o que faz mal ao nosso corpo e à nossa mente. Porque valorizamos o nosso bem-estar e sentimo-nos merecedores dele. Colocamos limites e sabemos dizer não a circunstâncias ou relacionamentos que nos desrespeitam — afastando-nos ou não permitindo determinados comportamentos. Porque sabemos que não temos de provar o nosso valor a ninguém e que não temos de tolerar tudo. Ousamos mais, arriscamos mais e não temos medo da nossa própria vulnerabilidade . Porque aprendemos que é nela que crescemos. Ficamos mais blindados perante opiniões negativ...

A UTILIDADE do RESSENTIMENTO

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O ressentimento até parece algo só negativo, mas na verdade tem algumas “funções” psicológicas importantes — o problema é quando fica preso e começa a fazer mais mal do que bem. 1. Sinal de que algo foi injusto O ressentimento funciona como um alarme emocional. Ele diz: “isto não foi justo” ou “os meus limites foram ultrapassados”. Sem essa emoção, poderíamos aceitar situações prejudiciais repetidamente. 2. Protecção do ego e dos valores Ele ajuda a preservar a tua identidade e valores. Quando alguém te trata mal, o ressentimento reforça a ideia de que mereces melhor — o que pode ser saudável. 3. Motivação para mudança Pode levar à acção: afastar-te de alguém, redefinir limites ou até mudar de ambiente. Muitas decisões importantes começam com um desconforto emocional acumulado. 4. Processamento emocional incompleto Aqui está o ponto crítico: o ressentimento aparece quando algo não foi resolvido — falta de expressão, falta de validação ou incapacidade de “fechar o ciclo”. Nesse sen...
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Que esta seja uma etapa de mais amor próprio, mais saúde e mais bem estar para todos. Páscoa Feliz e mais Amor Próprio! 🥚💜 . . . www.MarioRuiSantos.net
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Se és homem e não tens estado bem emocionalmente ou psicologicamente e não tens procurado ajuda, estas são as prováveis razões que te podem estar a travar nessa busca de ajuda: 1. A pressão para seres "inabalável" Desde cedo, a sociedade ensina-te que ser homem é sinónimo de força, autossuficiência e resiliência absoluta. Podes sentir que admitir uma vulnerabilidade é o mesmo que admitir uma falha no teu caráter ou na tua masculinidade. A ideia de que deves ser o "pilar" da família ou do trabalho muitas vezes impede-te de reconhecer que esse pilar também precisa de manutenção. 2. A barreira da autossuficiência Talvez tenhas crescido com a convicção de que deves resolver os teus problemas sozinho. Pedir ajuda pode parecer uma perda de controlo ou de autonomia. No entanto, cuidar da mente exige ferramentas específicas que, tal como em qualquer outra área técnica, por vezes precisam de um especialista. 3. Dificuldade em nomear o que sentes Se nunca foste incentivado ...
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Ciúme, inveja, cobiça, comparação... são atitudes, sentimentos ou emoções que não surgem por "maldade", mas sim como mecanismos de defesa e adaptação que nos acompanham desde os primórdios da humanidade. São emoções de "protecção" que, embora desconfortáveis, tentam manter-nos competitivos e seguros num ambiente social. No passado, se um membro da tribo acumulava mais comida ou poder, isso poderia significar menos recursos para os outros. A inveja funcionava como um alerta biológico: "Atenção, tu estás a ficar para trás na hierarquia de sobrevivência". Também nos primórdios da humanidade garantir que um parceiro ou aliado permanecesse fiel era essencial para a criação da prole e para a segurança do grupo. E o ciúme surgiu como preservação de vínculos bem como para proteger investimentos emocionais e reprodutivos. Psicologicamente, como não temos uma régua absoluta para "sucesso" ou "felicidade", usamos o vizinho como métrica. Fazemos ...