Ensinarmo-nos a parar, a ficar quietos em silêncio, sem culpa e em paz, talvez seja uma das coisas mais libertadoras para fazer por nós.
Estarmos constantemente ocupados, preocupados, cobrando-nos, exigindo-nos, recriminando-nos... não é a forma natural de desfrutarmos desta nossa experiência humana.
O silêncio, a pausa, a ausência de cobranças internas são quase um acto de rebeldia contra um mundo que nos empurra para a produtividade e competitividade incessante.
Parar não é perder tempo — é recuperar presença, reconectar-se com o corpo, com a respiração, com a vida que está acontecendo agora.
Esse é o caminho.


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