Nós não nos apaixonamos, não nos encantamos ou deslumbramos por pessoas, mas sim por aquilo que essas pessoas nos fazem sentir.Os grandes criadores (in)conscientes dessas experiências e dessas sensações somos sempre nós próprios.
Por isso, talvez seja importante (re)lembrarmo-nos do tanto e tão bom que temos em nós, para que não nos apeguemos ao que existe fora e possamos cultivar mais e amar o que existe dentro.
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