A culpa que se torna consciente é um convite, não uma sentença.
A culpa que se torna consciente é um convite, não uma sentença.
Ela ilumina o caminho e oferece-nos a possibilidade real de compromisso: fazer diferente, fazer melhor.
Quando assumimos esse compromisso com honestidade, algo profundo acontece — a culpa cumpre a sua função e esvazia-se. Deixa de ser necessária.
Já não precisa de ficar a ecoar dentro de nós, porque o movimento de mudança já começou.
Culpa consciente não castiga.
Culpa consciente desperta e liberta.
Mas é importante assumir e respeitar o compromisso: fazer diferente, fazer melhor.
Assim se vai fazendo o caminho.
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MarioRuiSantos.net
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