2007/11/13

A felicidade e o formigueiro


Ter a certeza do formato certo da felicidade é como ter a certeza do número de formigas que existem num formigueiro, depende sempre de quem conta.

5 Comments:

Blogger PaulaNog said...

Como era de esperar, e como sei que nada acontece ao acaso... vir ao teu blog agora não é surpresa. Ler o que li tb não, pois neste momento acho que a felicidade bateu na minha porta, e eu deixei-a entrar com um vento rivogoroso que entra pela janela...

Queria partilhar isso contigo!

terça-feira, novembro 13, 2007 4:30:00 da tarde  
Blogger Mário Rui Santos said...

Deixa-a entrar, escancara essa janela ;)

terça-feira, novembro 13, 2007 7:01:00 da tarde  
Blogger Xicha said...

Força p ti tb Paulanog
beijinhos
Xi

sexta-feira, novembro 16, 2007 12:22:00 da tarde  
Anonymous Diana said...

Concordo. É uma questão de perspectiva! E...

A propósito da Felicidade ocorre-me dizer ...

Às vezes ser florzinha de estufa é bom, deixar sair as fragilidades, tudo o que incomoda, para limparmos tudo o que está cá dentro e magoa. Ficamos mais sensiveis, mas também mais humanos e aumentamos a nossa capacidade de amar os outros verdadeiramente.

Ser sempre montanha, causa muita pressão interior. Por isso deixêmo-la respirar e sorrir, as águas dos riachos fluirem livremente, as árvores, ervas e flores, brotarem da terra intensamente, os pássaros e demais animais fazerem dela o seu lar... e que a Natureza cante em unissono, sem medo de desafinar, que cante em unissono " Quero Viver " sem rumo definido, um dia após o outro, construindo nessa caminhada a Felicidade, dia após dia, sem meta final a alcançar, porque todos os dias são uma meta. Sejamos Felizes no Presente, aqui e agora, desenhando no nosso coração essa realidade.

Diana

segunda-feira, novembro 26, 2007 10:50:00 da tarde  
Blogger Mário Rui Santos said...

A propósito de todos os dias serem uma meta, alguém me dizia que finalizava os seus dias observando o que de mal lhe tinha acontecido durante esse dia. Perguntei-lhe se poderia lembrar-se do que de bom lhe tinha acontecido, por mais insignificante que fosse - olhou para mim um pouco descrente, quase surpreendido.
Talvez surpreendido com a facilidade com que se cria um momento de felicidade.

terça-feira, novembro 27, 2007 12:20:00 da manhã  

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